Poucos paulistanos falam em inglês.

Poucos paulistanos falam em inglês.

Apesar de faltar pouco tempo para a bola rolar na abertura da Copa do Mundo, que será realizada em Itaquera, na região da Zona Leste de São Paulo, ainda há muito a ser feito para que os turistas possam torcer pelo seu país, sem sofrer com as deficiências nos serviços básicos como acontece com o transporte rodoviário da capital.
Só na Rodoviária São Paulo – terminal Tietê que tem embarques para mais de 1010 cidades brasileiras de 23 estados e quatro países sul-americanos, a confusão de estrangeiros que pretendem passar pelo local, deve ser total.
No local não há sinalizações em inglês e falta capacitação no balcão de informações. Até o momento o serviço de informação não conta com nenhum atendente que saiba conversar em outra língua. As 85 placas de sinalização espalhadas pelo complexo rodoviário estão todas em português.

O problema é que a deficiência na comunicação com quem mora fora do Brasil também é presente em outros transportes coletivos que atendem toda cidade.
No Aeroporto Internacional de Guarulhos, a sinalização na ala de desembarque está escrita tanto em português como também em inglês. O ponto negativo acontece do lado de fora quando muitos taxistas tenta se comunicar com estrangeiros através de anotações feitas em casa.
Cobradores que se arriscam falar em inglês dentro dos ônibus intermunicipais também refletem o despreparo do setor para receber o torneio internacional. A maioria não sabe soletrar nem o valor das passagens de ônibus.

Já para aqueles que preferem o Metrô, a dificuldade estará nas informações básicas, como locais para comprar os bilhetes e os pontos de saída realizados durante as viagens. O problema também se alastra para estabelecimentos alimentícios e o comércio em geral.
Preocupado com os idiomas, o Ministério da Educação está oferecendo o Programa Inglês sem Fronteiras para estudantes de graduação e pós-graduação.
Há também curso de inglês gratuito para metroviários, estudantes do ensino médio e alunos da educação jovens e adultos, promovido pela Secretaria Estadual de Educação. As aulas são feitas pelo computador e duram seis meses. Quem concluir todas as aulas tem direito de um certificado.

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