passagens rodoviáriasSe você é daqueles que se interessa por tudo o que é moderno, vai se amarrar em uma nova tecnologia que está sendo testada no Estado do Rio de Janeiro.

Ao invés de embarcar em uma viagem rodoviária com ajuda de um simples cartão magnético, será possível fazer o pagamento das passagens de ônibus com seu próprio smartphone. A novidade é cabível porque se utiliza da tecnologia NFC (Near Field Communication), que permite a troca de informações sem fio, encontrada nos dispositivos móveis. Com ela é possível que o passageiro embarque em ônibus, trens, vans legalizadas e até em barcas sem ter dinheiro no bolso. O metrô, no entanto, está de fora do projeto.

A federação que reúne sindicatos e empresas de meios de transporte do Rio de Janeiro, a Fetranspor, é a instituição responsável por aplicar os testes. Para adquirir a passagem de ônibus com o celular, é preciso que o usuário baixe um aplicativo e possa adicionar créditos para uma determinada data, de preferência aquela do dia do embarque. O interessante é que se o saldo for insuficiente, o próprio passageiro poderá solicitar mais dentro do veículo e nos autoatendimentos dos terminais da RioCard, por onde são gerenciados os bilhetes eletrônicos.

Inicialmente a mudança só será aplicada nos smartphones que tiverem acesso à internet e apresentarem recurso NFC, que aceitam a linguagem da transação apenas com a aproximação do celular ao validador.

 

O objetivo é eliminar o uso de cartões e bilhetes magnéticos na hora de pagar pela passagem de ônibus. Apesar disso, a federação garante que ainda os bilhetes continuarão sendo comercializados para aqueles que não possuem o aparelho.

Os testes tem duração de três meses e já estão sendo aplicados por 200 empregados de sete companhias de ônibus do Rio de Janeiro. O smartphone Motorola Razr D3 foi o escolhido para ser avaliado. O grupo utiliza o celular para pagar as passagens de ônibus durante o percurso de casa ao trabalho.

A RioCard, a Motorola, a fabricante de chips para celular Gemalto, a consultora responsável, a GSMA e as operadoras Vivo, Claro, TIM e Oi, são as empresas envolvidas no projeto.

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