Passagens ônibus ficam mais baratasA Comissão da Auditoria Técnica das Planilhas da Tarifa do Transporte Coletivo de Cuiabá encaminhou ao prefeito da cidade, no início desse mês, o pedido para que a passagem de ônibus cobrada nos embarques dos coletivos tenha redução de R$0,15 em relação ao valor atual. Agora cabe ao Conselho Municipal de Transporte a decisão de acatar ou não a medida proposta, e que deve ter um parecer final até o final deste ano.

Se a decisão for favorável, as passagens de ônibus do transporte público no valor de R$ 2,85 passaram a valer R$ 2,60. 

Em contrapartida, as companhias de transporte rodoviário que integram a MTU – Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos são contrarias a redução nas tarifas.

Além de sugerir diminuições no preço dos bilhetes, a comissão de auditoria que é composta por funcionários da prefeitura, câmara e Ministério Público Estadual, também detectou falhas nos cálculos contidos na planilha de custo das empresas, entre as divergências com o valor gasto no combustível, rodagem, frota de veículos, benefícios salariais, passageiros transportados, a depreciação, tributos e taxa de outorga.
Essa pode ser a segunda fez dentro de um ano, que a passagem de ônibus fica mais barata em Cuiabá. No meio do ano, a isenção dos impostos recolhidos para ao PIS PIS/Pasep e a Cofins  – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social viabilizaram uma redução de R$0,10 no valor das tarifas tanto para os ônibus municipais, o sistema metroviário e os trens de todo o Brasil.

O conselho que fará a votação e aplicará o novo valor na passagem de ônibus é formado por empresas, funcionários do setor rodoviário, representantes civis e órgãos municipais como Comissão de Transportes da Câmara Municipal, as Secretarias de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano, Bem-Estar Social e Obras e o Batalhão de Trânsito.

Sindicalistas conveniados no transporte e trabalho, integrantes de associações da cidade e também do trabalho e até moto-taxis, motoboys e similares também fazem parte desta comissão. O grupo também escuta as opiniões da Associação Mato-grossense de Deficientes (Amde), Associação Mato-grossense de Estudantes (Ame) e Associação dos Usuários de Transporte Coletivo do Estado de Mato Grosso (Assut).

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