O nosso país é um exemplo para outras nações emergentes no mundo, com uma economia que continua a se expandir muito mais do que o conhecido futebol, de onde já saíram centenas de nomes que não saem da boca e cabeça dos brasileiros e estrangeiros. Nossas riquezas naturais movem a atração de investidores externos, que movimentam diversos setores, fazendo o potencial de consumo crescer e a necessidade de viajar por negócios ou turismo torna-se cada vez maior a busca por passagens de ônibus.

Em virtude disso, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou nessa última semana que a partir do dia 1º de julho, haverá um reajuste de 2,7% nas passagens rodoviárias para linhas interestaduais e internacionais, a partir de 75 km de distância das rodoviárias, do Brasil. Essas reformulações de preços são previstas anualmente, escritas em contrato, sendo cientes as auto viações, empresas de turismo na internet, demais parceiras e as administradoras que repassam informações para os motoristas de seus veículos rodoviários, para não ocorrerem possíveis imprevistos no meio da rota de viagem (tripulantes que embarcam no meio do caminho). O controle é feito nos terminais também, na revisão de valores nos guichês das transportadoras na preocupação com seus usuários, mesmo não havendo lucros acompanhados das companhias.

Os valores remarcados tem base na atualização expressa por entidades de pesquisa, como a Agência Nacional de Petróleo, Gases Naturais e Combustíveis (ANP), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e nos custos referentes às atualizações do serviço, como no pagamento de funcionários, acessórios, peças, lubrificantes e combustíveis.

Em julho, preço de passagens de ônibus mais elevados em 2,7%: comparação com aumento de coletivos municipais das capitais brasileiras

O lado positivo dessa nova afixação é ter um aumento baixo em relação aos acréscimos nas passagens de ônibus municipais, acontecidos em 22 de janeiro (2012), nas principais capitais, aonde as médias dessas moras chegavam a 6,5% em média (Recife e Vitória), acontecendo na mais agressiva elevação de 13,5% em Palmas (TO), onde o bilhete custava R$ 2,00 e agora está em R$ 2,50. Além de uma tarifada menor, os serviços de coletivos interestaduais e internacionais disparam na frente por qualidade de serviços, número de passageiros e conforto, bem opostos aos ônibus internos de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE) e Manaus (AM). Uma pesquisa deste ano, feita pelo IPEA, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, apontou que 48% dos habitantes desaprovam o meio de transporte e dizem que não permite que as pessoas se desloquem com facilidade por toda a cidade. Conclusão: é um problema e não uma solução.

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