Itapemirim passagens pode se unir com Águia Branca.

Itapemirim passagens pode se unir com Águia Branca.

A companhia rodoviária Itapemirim passagens pode estar prestes a se transformar em uma nova empresa rodoviária caso a associação bilionária com uma grande auto viação torne realidade nos próximos meses.
As hipóteses levantadas pelo site Relatório Reservado apontam que a “amarelinha” mantem, há algum tempo, conversas com a companhia Águia Branca, com a intensão de chegarem a um acordo para se unificarem. A negociação tem faturamento estimado na casa dos R$ 3 bilhões, e passaria a ostentar um audacioso plano de cobertura sobre a venda das passagens rodoviárias disponíveis no Brasil. A ideia é comercializar 12% das passagens de ônibus interestaduais e com isso garantir a soberania em vários Estados. Objetivos não muito impossíveis para ambas às empresas rodoviárias que juntas, chegam a transportar 15 milhões de passageiros anualmente.

Segundo o site, a unificação está sendo comandada pelo deputado federal Camilo Cola, cujo é fundador do grupo Itapemirim, e por Nilton Carlos Chieppe, presidente e um influente acionista da Águia Branca.
Um fato curioso é que as duas companhias nunca se toleraram. Desde de suas origens, as duas travam uma competitiva rivalidade entre as vendas e a preferência pelas viagens de ônibus. A associação seria uma possibilidade de torná-las, talvez, a maior cooperativa de transporte rodoviário que realiza viagens interestaduais no Brasil.
Por causa dos interesses financeiros e profissionais, a tendência é que seus fundadores deixem a hostilidade de lado e passam a seguir a mesma direção daqui pra frente.

O interesse na fusão das duas grandes empresas também é dos familiares que detém boa parte das operações rodoviárias de cada companhia.
Além do dinheiro, a aproximação da viação Itapemirim com os negócios da Águia Branca podem estar ligados aos negócios da família. Desde 2008, filhos de Camilo travam um disputa na Justiça, por herança da mãe e interdição do pai.
O próprio site Relatório Reservado aponta como há semelhanças nas histórias familiares das duas companhias de ônibus.
Ambas vieram da Itália e se instalaram em cidades do Espírito Santo, nos anos 40.
Pelo menos em sete décadas, as duas duelaram em disputas de concessões e aquisição de ativos.

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