Guanabara passagens dá dicas de como viajar durante o carnaval sem gastar muito dinheiro.
Preço de passagem de ônibus não vai subir na Copa.

Mais da metade das passagens aéreas comercializadas durante a Copa do Mundo estão mais caras do que o habitual. Por isso, viajar de avião enquanto os melhores jogadores de futebol do mundo estiverem em nosso país, não vai ser uma boa ideia para as finanças.
Há praticamente um mês da bola rolar oficialmente no torneio realizado pela FIFA, as reservas feitas em sites especializados na venda de passagens pode chegar a ser até dez vez mais caras do que o consumidor está acostumado a pagar.
A diferença nas tarifas aéreas é tão grande que viajar pelos ares brasileiros no mês de junho pode sair mais caro do que ir para países europeus ou conhecer o Estados Unidos.

Quem mais está sentindo a mudança são os paulistas e cariocas que atravessam o eixo Rio-São Paulo com frequência em busca de trabalho e diversão. A ponte aérea entre o aeroporto de Congonhas e o Santos Dumont foi o trecho que mais encareceu.
Em contrapartida, os preços para circular de ônibus nos arredores dos estádios e até sair de um Estado para outro durante a competição, não deve sofrer alterações.
A Itapemirim passagens congelou suas tarifas rodoviárias e garante que seus clientes não terão surpresas na hora de comprar as passagens.
Além da companhia rodoviária que lidera as viagens de ônibus para o Sudeste, Norte e Nordeste do Brasil, há outras ótimas opções para aqueles que precisam economizar.

O preço pago para embarcar em um dos veículos convencionais da auto viação Itapemirim não passa de R$ 150 para viagens da capital paulista até o Rio de Janeiro com ida e volta reservada. O custo pode dobrar se a passagem rodoviária for adquirida para trajeto com ônibus leitos.
A vantagem é que o valor praticado até agora não irá subir durante a Copa, ao contrário das companhias de avião que já estão comercializando passagens por valores superiores a de R$ 2 mil para esse mesmo trajeto. A companhia TAM é uma das mais caras.
Com exceção do calendário futebolístico, a tarifa para voar não chega nem ser o dobro do que é pago no serviço rodoviário.

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