câmeras em ônibus

A Prefeitura de São Paulo quer garantir passagens de ônibus útil para quem precisa viajar no coletivo através dos corredores de acesso. Para isso o objetivo é instalar câmeras de monitoramento para impedir que carros e até mesmo as bicicletas invadam o espaço que é exclusivo dos ônibus da capital paulista. A proposta feita pelo prefeito Fernando Haddad apenas está em discussão porque existem alguns motoristas que não estão respeitando a sinalização de trânsito. Para tentar registrar a inflação, a prefeitura quer instalar câmeras em cada para-brisa de sua frota urbana. A intensão é usar as imagens para captar a placa dos automóveis e multar os responsáveis que invadirem os corredores e as faixas prioritárias dos veículos coletivos.

Se tudo ocorrer bem, a expectativa é que a velocidade dos ônibus dentro dos corretores aumente e as passagens rodoviárias possam valer a pena para o consumidor. Hoje a velocidade média é 13 quilômetros por hora, ainda considerada baixa para o local. Tudo o que as câmeras registrarem fica em poder da CET – Companhia de Engenharia de Tráfego. Para alívio de quem já comprou seus bilhetes de ônibus para o ano todo, a prefeitura começa agora a testar o sistema nos ônibus de São Paulo. A CET se responsabilizou em validar a ideia, e por isso cobra do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito um posicionamento quanto à hipótese legal de se realizar o monitoramento.

Os ônibus municipais que ganharem a próxima licitação de São Paulo marcada para terminar em junho deste ano, deveram se adequar as novas mudanças e instalar as câmeras em seus para-brisas. É o mesmo que acontece nos radares. Eles capturam a imagem do automóvel transgressor e posteriormente é encaminham até a base da Companhia de Engenharia de Tráfego. Para os técnicos, garantir as passagens de ônibus quando se tem um corredor liberado é ótimo e o monitoramento é viável, porem só será liberado se as câmeras usadas forem aprovadas pela avaliação do Contran – Conselho Nacional de Trânsito, explica o Denatran. Como o projeto ainda é recente e falta mais fiscalização nestas áreas, as invasões já estão se tornando um problema agravante na capital paulista. Só em 2012, a CET multou mais de 300 mil motoristas que não respeitaram os corredores.

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